
Desde as 8h da manha dezenas de pessoas estão acampadas com cartazes no Conjunto Residencial São Domingos localizado na zona sul da cidade, próximo ao Morro do Alave onde foram construídas 300 casas pelo Programa Minha Casa Minha Vida em Luzilândia. A data de hoje foi marcada para o recebimento das casas, mas após uma denúncia de irregularidade no processo seletivo para a inclusão das famílias, houve dúvidas sobre a entrega dos imóveis. As famílias reclamam que não foram informadas sobre as mudanças e exigem que o processo seja concluído.
De acordo com populares a reunião havia sido marcada para as 8h no Ginásio Poliesportivo de Luzilândia, mas como não compareceu nenhum representante da Caixa, as famílias seguiram para o residencial onde acampam esperando a chegada do representante da Caixa, identificado apenas por Nonato que estaria vindo do município de Piripiri para Luzilândia para dar um parecer sobre a situação. Essa informação foi repassada por Cleito Silva empregado da empresa construtora e vigia do Residencial que informou, ainda, que esse representante da Caixa vai conceder entrevista em uma rádio no municipio para dar explicação à população sobre o caso.
A polícia esteve presente no local e conversou com as pessoas presentes no local, que afirmarem apenas estarem lutando por seus direitos e prometeram não fazerem baderna, “nós não viemos bagunçar, só estamos lutando por nossas casas, já houve a seleção e não é justo que por causa de política sejamos prejudicado, afirma Mex Filho, um dos beneficiários.
O Gerente Regional da Caixa, Raimundo Nonato Andrade, esteve agora pouco com as famílias que acamparam durante toda a manhã no residencial São Domingo esperando informações sobre as chaves das casas que seriam entregue na manhã de hoje. Nonato informou que a entrega das casas seriam suspensas para averiguação da denúncia feita sobre irregularidades na seleção das famílias.
O gerente tranquilizou as famílias informando que todas aquelas que se enquadram nas características exigidas pelo Programa não serão prejudicadas, mas pediu paciência para que o fato seja averiguado pelo promotor de justiça.
Por Paula Andreas/Fotos PAN
















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