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Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4.798 bilhões em 2019 para investir em investigações contra o crime organizado e no serviço público federal, estadual e municipal

Informações exclusivas obtidas pelo informativo dão conta de que um "dossiê" denunciando corrupção e desvio de recursos públicos em Luzilânda será encaminhado ao Ministro da Justiça, Sérgio Moro (foto), para que este determine uma investigação "pente-fino" nas verbas públicas do Muncípio de Luzilândia através da Polícia Federal e da Receita Federal, cujos desvios afetam e destroem famílias inteiras de servidores, prestadores de serviços, professores, professoras, fornecedores e o comércio em geral, desequilibrando a economia local.


O documento toma como base a decisão do ministro Sérgio Moro para estender a Lava Jato para todos os estados e municípios. Na Justiça Federal, no Ministério Público Federal e na Justiça Estadual do Piauí já correm várias representações e ações, respectivamente, denunciando desvios de recursos enviados e liberados para o Município de Luzilândia.

Um levantamento superficial, levando em consideração os recursos que já foram liberados nos últimos anos para o Município de Luilândia, aproximadamente R$ 30 milhões tiveram aplicações duvidosas, foram aplicados indevidamente ou foram desviados para nomes de terceiros, de familiares, de empresas e de "laranjas", aquelas pessoas que emprestam seus nomes e seus CPF's para desviar recursos públicos na corrupção e lavangem de dinheiro com gestores desonestos.

O Ministro da Justiça, ex-juiz Sérgio Moro, declarou que a maior operação contra a corrupção de todos os tempos vai agora atacar todo território nacional, incluindo principalmente prefeituras municipais e palácios governamentais. O ministro prometeu atacar o crime organizado e apreender bens de corruptos e corruptores, inclusive dinheiro sem procedência e de origem duvidosa, não declarados e desviados em nome de familares, empresas, terceiros e "laranjas", pessoas ligadas ao gestor público.

Disse que a operação vai atacar, também, agiotas especializados em emprestar recursos para políticos de vários municípios e estados, sacrificando administrações com juros catastróficos e usuras sem limites.

Segundo as informações do próprio Ministério da Justiça, já houve casos do credor (agiotas, terceiros e laranjas) apoderarem-se das verbas federais destinadas à Saúde e à Educação. O ministro salientou ainda que a gravidade da corrupção impõe à Lava Jato - através da força-tarefa da Polícia Federal - atacar prefeituras suspeitas e denunciadas sobre o uso de irregularidades na aplicação do dinheiro público.

O ministro já colocou nomes ligados à Polícia Federal para ajudá-lo nas investigações. E incluiu a Receita Federal para apurar nomes de pessoas e empresas - com os respectivos CPF's e CNPJ's - que são usadas por gestores públicos para desviar recursos através de fraudes e licitações direcionadas e fraudulentas para beneficiar amigos, parentes e correligionários, eleborando uma "agenda anticorrupção e anticrime".

Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4.798 bilhões em 2019 para investir em investigações contra o crime organizado e na corrupção no serviço público federal, estadual e municipal para investigar, punir, prender e condenar corruptos.

Fonte: JL

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