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Segundo os vereadores Fernando Aguiar, João Filho e Cristóvão Rodrigues, o prefeito não atende nenhum requerimento enviado ao Poder Executivo para justificar gastos públicos

prefeito de Luzilândia, Ronaldo Gomes (PTC), vive seus piores momentos na Administração da Prefeitura de Luzilândia.

Desorganizado e sem competência para administrar, o prefeito tem desgostado até mesmo os vereadores da sua própria base política.

Nas redes sociais, além de ser duramente criticado e perder inúmeros seguidores, Ronaldo Gomes não consegue agradar pela ausência de cumprimento de promessas feitas na campanha eleitoral de 2016 para conseguir se eleger prefeito de Luzilândia. E a população reage de várias formas, inclusive cobrando dos políticos aliados que lhe deram apoio na eleição para se tornar prefeito de Luzilândia.

Na sessão da Câmara Municipal realizada no último dia 11 de maio, as críticas à Adminsitração do prefeito Ronaldo Gomes se avolumaram e se intensificaram. A começar pela ausência de responsabilidade e de transparência na obtenção dos recursos públicos pela cobrança da taxa de iluminação pública (COSIP). Até o momento, segundo denunciaram os vereadores em plenário, o prefeito não divulgou os valores dos recursos arrecadados e nem tampouco publicou a negociação das dívidas pagas pelo prefeito.

Os requerimentos apresentados pelos vereadores foram variados. Porém, quase todos no sentido de mostrar para a população de Luzilândia que o prefeito Ronaldo Gomes não honra o mandato e não governa com transparência, descumprindo, inclusive, a Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo os vereadores Fernando Aguiar, João Filho e Cristóvão Rodrigues, o prefeito não atende nenhum requerimento enviado ao Poder Executivo para justificar os gastos públicos.

VEJAM AS COBRANÇAS DOS VEREADORES:

a) vereador Fernando Aguiar cobrou esclarecimentos sobre as famílias que receberam cestas básicas doadas pelo Governo Estadual em decorrência das chuvas e enchentes;

b) vereador Fernando Aguiar cobrou a criação de uma Comissão Permanente de Licitação na Câmara Municipal para que fiscalize as licitações;

c) vereador Fernando Aguiar cobrou da Administração retorno à Câmara do projeto de negociação da dívida com a Agespisa. O projeto de negociação da dívida do município com a Agespisa envolvia, inclusive, o prédio da antiga Rodoviária;

d) vereador Fernando Aguiar questionou o “SOS Luzilândia”, cujo atendimento com uma ambulância adquirida recentemente somente funciona das 7h às 17h da tarde. “Depois desse horário se adoecer não pode procurar mais? É isso?" - indagou o vereador;

e) vereador Fernando Aguiar questionou o uso indevido de veículos adquiridos pelo Fundo Municipal de Saúde. E apresentou duas multas em um desses veículos nos Estado de Goiás e em Brasília, quando foi informado ao TCU que o veículo estaria em viagem para Teresina na mesma data;

f) vereador Fernando Aguiar cobrou a realização de Audiência Pública para a prestação de contas da Gestão Municipal e ressaltou a importância da transparência dos gastos públicos. Lembrou que o prefeito fez uma prestação de contas nos seis primeiros meses de Administração e de lá para cá tudo ficou na promessa de campanha;

g) vereador João Filho cobrou a documentação para que seja apreciada pelo Legislativo a negociação do débito com a Agespisa. “A rodoviária era parte para quitação do débito e nós questionamos. E nós pedimos que os representantes viessem esclarecer as melhorias que a população teria. E nós estamos estranhando isso” - questionou;

h) vereador João Filho disse está sendo cobrado pela população sobre as melhorias prometidas com o aumento da taxa de iluminação pública (COSIP). Disse que o povo está se sentindo enganado. “Quando o engenheiro veio aqui mostrando que a taxa daqui estava abaixo dos outros municípios e que a gente aprovando a COSIP iria melhorar a iluminação publica, nós da situação votamos, esperando essa melhoria. Infelizmente deu o contrário” - lamentou;

i) vereador Cristovão Rodrigues destacou que a oposição votou contra o aumento da COSIP. Não por ser contra a cobrança da contribuição, mas por ser contra a forma como estava sendo apresentada. Afirmou que a oposição chamou a atenção para a forma como estava sendo cobrada. Informou que mesmo aprovada a COSIP, esta vem sendo motivo de ação Judicial por causa da cobrança abusiva. A situação que votou a favor pode ter sido enganada. Mas, a oposição votou contra por reconhecer o abuso da cobrança e a falta de clareza do projeto” - ressaltou.

Fonte: JL/Ivo Júnior

foto:clicaluzilandia

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